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Absurdo! Crianças de 12 anos se beijando em festa de aniversário com tema de Pablo Vittar

O que esperar de um país onde crianças de 12 anos podem escolher que sexo/gênero querem ter, mas não podem ser responsabilizadas por seus atos criminosos? Parece contraditório? E é mesmo, afinal, qual é o sentido de dar liberdade para que se tome uma decisão que é para o resto da vida, com apenas 12 anos? Por outro lado temos o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que garante às mesmas crianças o direito de não serem responsabilizadas por crimes que forem cometidos por elas durante essa fase da vida. Diante desse paradoxo, temos quem defende a legalidade da ideologia de gênero, como também, temos quem defende a redução da maioridade penal.

Está rolando um vídeo na internet, em que acontece uma festa de aniversário de um menino e ele está abraçado com seu namorado, eles se beijam e logo em seguida dá para escutar a letra de “parabéns para você”, um tanto estranho, digamos assim.  Quando você pensa que já viu de tudo e que a situação não tem para onde piorar, nos deparamos com isso.

Primeiro fato, crianças de 12 anos beijando na boca, – olha se você concorda com isso sugiro que procure um psiquiatra, porque isso não é normal.  Bem, desde o começo do texto tenho utilizado o termo “criança”, justamente por isso. Não há como concordar com este tipo de atitude, são crianças e precisamos tratá-las como tais.

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Segundo ponto, essa ideologia de gênero não tem o menor fundamento, nem para adulto, veja lá para crianças. Eu queria entender o que passa na cabeça das pessoas que acham que crianças têm condições de escolher qual é o sexo/gênero que querem ter, elas não têm uma mente madura para isso – muitos adultos também não têm, diga-se de passagem. Não que isso seja normal sair trocando de sexo/gênero, chega ser lamentável o ponto que o ser humano está chegando.

Qualquer criança reproduz apenas aquilo que vê – isso não sou eu que falo, basta tirar um tempinho para pesquisar nomes da psicologia e da pedagogia que você vai atestar essa informação.  Aquela velha história do exemplo, seja através dos pais ou de qualquer outro meio, infelizmente nossa sociedade está contaminada com essa ideologia que está transformando o ser humano em algo que Deus não criou. Não tem cabimento, mas está acontecendo, seja na escolinha do seu filho, na rodinha de amigos, no celular, no computador, no youtube, no facebook, está na mídia e isso está entrando na sua casa, então não adianta pensar que não é com você, que sua família está imune, pois crianças e adolescentes fazem o que é necessário para serem aceitos em seus “grupos sociais”.

Infelizmente a tendência é piorar, pois cada vez menos acontecem manifestações contra esse tipo de coisa, e quando acontece ainda somos taxados de homfóbicos, intolerantes, pois, segundo eles, temos que aceitar tudo que diz respeito a essa ideologia ridícula, e por quê? Porque, de acordo com o que eles dizem, nós estamos impondo nossa vontade, estamos limitando a liberdade de nossas crianças, impedindo que elas sejam aquilo que elas querem ser, cá para nós – alguma criança sabe, de fato, o que quer ser?

Outro ponto que deixa qualquer um facilmente indignado é se você abrir a boca durante um protesto, ou até mesmo em uma fila de supermercado para criticar essas atitudes, já sabe, será tachado de homofóbico, podendo até levar um processo. Vejamos, se ocorrer o contrário, você ouvir alguém falando mal daquilo que é certo, como fica? Existe a “heterofobia”? Óbvio que não. Todos classificam isso como normal ué, afinal, o inciso V da Constituição de 88, garante que somos iguais perante a lei e podemos expressar nosso pensamento sem ser punidos por isso. Contraditório, não? Pois é, não adianta tentar explicar isso, eles não compreendem.

Só para deixar registrado, sou contra qualquer tipo de violência, seja lá com quem for. Não tolero preconceitos. Com certeza virão comentários sobre isso, mas também do jeito que a coisa anda não se pode falar nada que alguém reclama porque se sente ofendido.

O meu foco com este texto é te fazer pensar nos está ocorrendo, nos ataques que nossa família vem sofrendo e principalmente nossas crianças. Caso nada mude esse tipo de “notícia” se tornará algo comum, e com certeza isso é o que queremos evitar.

Autora: Fabíola Martins,