Até onde te convém ser Cristão?

Vivemos em um mundo onde tudo tem sido cada vez mais relativizado, vejamos os exemplos: contar uma meia verdade não é errado, afinal eu não estou mentindo; receber um troquinho a mais no supermercado não tem problema nenhum, problema da operadora de caixa que não soube contar; falar mal de alguém pelas costas, tudo bem, afinal a pessoa mereceu aquilo; trair a confiança, em qualquer tipo de relacionamento, é uma atitude de quem é esperto e não está tão envolvido; ser grosseiro com alguém na frente de outras pessoas é considerado cool, afinal isso afirma minha “personalidade forte”; tirar vantagem em qualquer situação, ainda que para favorecer a si próprio, você precise prejudicar a outrem, é um sinal de esperteza e que vença o melhor.
Atitudes como essas têm se tornado cada vez mais frequentes, e quando não se adere a elas, as pessoas passam a ser vistas como “bobinho” “bonzinho” “coitado” “inocente”. Quando se tornou errado fazer o que é certo? A pergunta parece, em si própria, contraditória, mas é um questionamento válido que ocupa- ou pelo menos deveria- o pensamento de muitos cristãos. Os termos usados para rotular alguém que discorda de práticas moralmente questionáveis tornaram-se também uma ofensa. Quando passamos a nos sentir ofendidos ao sermos chamados de inocentes, ingênuos ou até mesmo infantis?
Mateus Cap. 18.3 “… e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus. ”

Mas como manter a pureza das ações em um mundo onde há a supervalorização de um padrão questionável de comportamento? Como não ficar tentado a obter os benefícios de ações erradas, sendo elas o caminho mais fácil?

Salmos Cap. 1.5 “Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 6 Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá. ”
Resposta: Lembrando que nossas vitórias não estão aqui.

 

Texto por Mara Verônica .

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